sexta-feira, 20 de julho de 2007

Ontem pus-me a pensar em relações. Existem aquelas que nos mostram algo novo e exótico, aqueles que são antigas e nos são familiares, aquelas que nos trazem muitas questões, aquelas que nos trazem algo inexperado, aquelas que nos levam para longe de onde começámos e aquelas que nos trazem de volta. Mas a mais excitante, desafiante e significante relação de todas elas é aquela que nos temos connosco próprios. E se conseguirmos encontrar alguém que nos ame como nós nos amamos, bem, então isso é absolutamente fantástico.

Muitos erros são aquilo de que o nosso destino é feito... sem eles, o que moldaria as nossas vidas? Talvez se nunca saíssemos da nossa rota, nunca nos apaixonaríamos, casaríamos, ou seríamos quem somos. No final das contas, as coisas mudam, também as cidades; as pessoas entram e saem da nossa vida. Mas é reconfortante saber que aquelas que verdadeiramente amamos ficarão sempre no nosso coração... e se tivermos sorte, estarão a uma viagem de avião de distância!

Talvez os homens sejam uma droga. Ás vezes fazem-nos sentir em baixo, e outras vezes, sobem-nos imenso o astral. No matter what they say, eu não quero deixar essa droga, porque isso seria deixar de sentir. E sentir é viver.

(inspirado num monólogo de Carrie Bradshaw, in Sex and the City)


ler ao som de: Rodrigo Leão - Cinema

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